sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014



O vendedor de jornais

Lalau, um filho de Rio Verde


 Por Tadeu Nascimento

                                Lalau era um menino pobre e  trabalhador. Seu nome de batismo era Lauro Paulo Rocha e morava na rua Almiro de Moraes, próximo ao Hospital Evangélico. Lauro era filho do casal Eliezer José Rocha e Anézia Paula Rocha. Pois bem, esse rapaz sofria de um mal que o afetou mentalmente pois sua fala era embolada tal qual a de uma criança de 3 ou 4 anos, que o qualificava, segundo a psiquiatria, como especial. Mas tinha uma vontade férrea para o trabalho. De domingo a domingo. Vendia jornais na parte da manhã; maçãs e pirulito de tabuleiro no vespertino; à noite, chocolates e outras guloseimas. Também vendia picolés da Kibon numa caixa de isopor (para o prof. Sherlock Holmes da Silva à época, represente da Kibon em Rio Verde, situado à  Rua Henrique Itiberê). Em todos os eventos lá estava o humilde Lalau defendendo o seu ganha-pão! Lalau era um menino alegre e dócil. Era um dos exemplos raros de almas inocentes e puras. Talvez seja a razão de sua breve passagem por essa vida. Seu carma, acredito, não foi pesado, apesar de trágico desfecho. Hoje estaria à beira dos 60 anos. Meu pai, o velho e bom prof. Clóvis, dizia que todos aqueles que tinham curtas vidas terrestres  eram almas boas e  que tinham poucas coisas a pagar nesta encarnação.
                                Naquela época o Clube Rioverdense passava por uma reforma quase que total. O seu presidente era o saudoso Dr. Ricardo Campos Sobrinho, mais conhecido como Tim Campos, o histórico Rei Momo de Rio Verde. Por conta disso, os bailes se realizavam nas instalações do Bar do Presídio (Presídio era o nome do proprietário) também na Rafael Nascimento. O carnaval de 1969 fora ali.  Foi na segunda  noite de momo, mais precisamente no dia 16 de fevereiro que ocorreu a tragédia. Uma contenda entre dois cidadãos- um deles de origem nordestina- terminou em tiroteio. Uma bala "perdida"- não existe bala perdida, pois toda bala foi feita com o propósito de tirar a vida!- atingiu o coração de um inocente menino que apenas observava os foliões no salão.  Lalau quedou-se pra nunca mais. E Rio Verde perdeu um jovem trabalhador. E o carnaval que seria  de 4  noites terminou naquele momento. Quanto a responsabilidade criminal pouco se sabe.
                               Lalau desencarnou-se no desabrochar de seus 15 anos. Seu carma foi leve e curto, talvez por ter sido uma alma nobre, posto que era desprendida de qualquer maldade.
                               A  vida não é só alegria de carnaval; na verdade é mais tristeza de quarta-feira de cinzas.




      


Juju Pé-de-cana e a secura da lei Seca                     
           
Por Tadeu Nascimento
 
                                   Juvenal Cipriano, mais conhecido como Juju  Pé-de-cana, foi barrado numa Blitz da Lei Seca. Vinha ele da região mais etílica do Setor Marista, lá pra duas da madruga, a procura de um outro boteco, agora  no último reduto de cachaceiros, no  Jardim América, afim de dar acabamento na sua tontura. O policial, depois de ordenar o nobre embriagado a parar o veículo, o cumprimentou com um impessoal "boa noite" e lhe  perguntou se ele havia ingerido bebida alcoólica e Juju tentando passar por sóbrio, saiu com essa:
                                      - Quem, eu? Eu não, seu guarda, eu não bebo, a minha religião não permite!- no entanto, seu bafo exalava aroma de destilaria.
                                      O policial quase nauseado com o vapor quente vindo da goela de Juju, lhe disse:
                                      - O senhor concorda  soprar o bafômetro?
                                      - Como?
                                      - O senhor aceita soprar o bafômetro?
                                      - Muito obrigado seu guarda! Eu não bebo, não fumo, não cheiro e nem sopro esse troço que o senhor acabou de falar!
                                      O soldado, que também era simplório, entendeu que  o condutor estava zombando com  a sua cara, determinou:
                                      - Se o senhor não soprar, "o senhor vai preso" por que o senhor está dirigindo embriagado e vai ter que resolver o problema  na delegacia!
                                     - Que isso, seu guarda, não faça isso comigo! Eu tenho família!...
                                     - Eu também! E só estou cumprindo a lei!
                                     - Graças a Deus, né, seu guarda!
                                     - O senhor não sabia que é proibido dirigir depois de ingerir álcool?
                                     - Seu guarda, eu não ingeri, não engoli  e nem bebi álcool algum! Eu já disse para o senhor: eu não bebo! Eu juro!
                                     - Por favor, o senhor saia do veículo!
                                     Depois de olhar para o documento do veículo, o guarda continuou:
                                     - Mas o senhor está bêbado, quase caindo-  senhor Juvenal!
                                     - Quem, eu?
                                     - O senhor mesmo! E o senhor terá seu carro apreendido e terá que ir na nossa viatura para delegacia!
                                     - Mas seu guarda, não faça isso comigo, eu tenho família!...
                                     - Ordem é ordem, e eu não posso fazer nada! O senhor resolve com o delegado, lá na delegacia!
                                     Entendendo que a vaca foi para o brejo, Juju Pé-de-cana só enxergou uma saída: a do  caminho da propina:
                                     - Seu guarda, quebra essa pra mim, pelo amor de Deus! O que o senhor precisar nessa vida eu ajudo o senhor!
                                     O guarda com a sua merreca de salário, o Natal na semana seguinte e ele sem dinheiro para presentear a mulher e os filhos, pensou em aproveitar a oportunidade e fazer a feira! Mas se fez de difícil: "A multa é alta, então deve render uma boa grana, mas não posso dar uma de facinho! Ele vai ter que se espernear mais um pouco!" E o Juju  Pé-de-cana, à beira do desespero, apelou:
                                     Não vai me dizer que o senhor nunca dirigiu com uma cachacinha na cabeça?
                                     E a conversa estava caminhando para a desmoralização quando o "seu guarda" quis resolver as questões de ambos. A do infrator etílico e a dele, o desprovido de grana para o Natal:
                                    - Tudo bem, seu Juvenal...
                                    - O senhor pode me chamar de Juju  Pé-de-cana!
                                    - Juju Pé-de-cana? Com esse nome,  quer ainda  que eu quebre essa para o senhor? Quando o delegado souber do seu apelido, ai sim, o senhor, além de ter o carro apreendido, ser multado em R$1.915, 00, ainda vai pegar uma cana arretada e só vai sair de lá depois de pagar uma fiança de lascar o cano! !
                                   - Mas seu guarda, o senhor e eu estávamos indo tão bem!..
                                   - Vamos deixar de conversa! Vamos ao que interessa: quanto o senhor pode me dar de presente?
                                   - Presente?
                                   - Presente, grana, dinheiro!
                                   - Ah... dinheiro!.. agora o senhor falou a minha língua!
                                   - Quanto? - sussurrou impaciente o guarda- para que ninguém percebesse a propina.
                                   - Toma aqui, seu guarda..
                                   E o guarda, falando quase inaudível, continuou:
                                   - Devagar, devagar.... primeiro eu vou lhe passar o documento e o senhor me devolve o mesmo documento com o dinheiro por baixo!
                                   E Juju devolveu-lhe o documento junto com a propina sem que ninguém percebesse.
                                   E o guarda quando viu a quantia, esbravejou com os dentes travados:
                                   - Que isso? Só cinquentinha, seu cara de pau?- devolvendo novamente o documento-  Isso não dá nem para uma garrafa de vinho!
                                   - Mas dá pra uma garrafa de pinga, seu guarda! Ah... ia me esquecendo, seu guarda: se beber não dirija! E cuidado com as blitz! Feliz natal, seu guarda! Feliz natal!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013


                                   
Malandro abordando anos atrás 

 A mulher foi educada para dizer não

Por Tadeu Nascimento 
                                           Descobri que o "não", além de advérbio, é um chip implantado nas cabeças  das mulheres. Chips que as mães inserem no cérebro de  suas filhas ainda crianças. Chips virtuais- mas são chips- do não ao sexo oposto. Mas o "não" não é  só a palavra em si, mas pode ser atitudes ou  expressão facial e até linguagem corporal que tenham o mesmo destino do "não" contra tentativa de aproximação de qualquer homem. Portanto a mulher tem o monossílabo e imperativo "não" pronto a ser expelido, tal qual um dragão com sua chama. Mesmo se o distinto for bem apessoado. E nesse caso, a negação pode ser também para se valorizar. Tipo "eu não sou tão fácil assim!" 

                                    A razão disso é que, para as mães, todos os homens são perigosos predadores. Todos eles se aproximam exclusivamente para saciar a fome sexual. Tal qual o lobo mau querendo papar a netinha. Então todas abordagens masculinas (para elas), necessitam do contra-ataque "não". Mesmo no caso de uma simples informação de endereço. Lembro-me do filme nacional "E aí, comeu?", comédia em que três rapazes (dois solteiros e um casado),  interpretados por Bruno Mazzeo, Marcos Palmeiras e Emilio Orciollo Neto, são incansáveis sedutores e que um dos solteiros chegou ao ponto de  levar consigo uma  mochila para porta de uma escola maternal, com intuito de conquistar determinada mãe que estava a espera do filho no fim da aula. O distinto garanhão então se aproximou da bela mãe e disse: "Com licença, que hora os portões se abrirão?" De cara- antes dele terminar a frase-,  recebeu da bela mamãe um sonoro "não" e pior, com a expressão facial de "nem vem que não tem!". Mas o nosso anti-herói, com cara de cachorro pidão,  com a mochila (da filha que nunca existiu) nas mãos, insistiu humildemente: "É que minha filha, coitada, esqueceu o lanche e ela não pode ficar sem comer; ela tem que se alimentar a cada duas horas, pois ela é diabética!- disse-lhe mostrando um sanduiche natural ( que ele comprou no boteco da esquina) dentro da mochila.  A orgulhosa mamãe que antes lhe expelira um não com mil espinhos, ficou com dó do malandro e acabou abrindo espaço para conversa. Pronto: horas depois ambos estavam numa cama de motel!

                                    Tal exemplo, leva-se a entender que o homem diante da "presa" que ele pretende morder, tem que se passar por desinteressado, e mais, passar a imagem de  bom rapaz, estar  totalmente preocupado com coisas altruístas como o meio ambiente, o trânsito- e se a sorte ajudar- pegar no braço do cego para que ele atravesse a rua com segurança, ceder a cadeira para uma gestante etc. Entretanto, nunca deixar escapulir que é um predador e que o seu único interesse é levar a conquista pra cama.

                                     Mas o que está atrás desse "não" das mulheres? Se valorizarem? Horror aos conquistadores, por serem elas as peças conquistadas? Por entenderem que elas, sendo caça seriam inferiores ao caçador? Acredito que não. Ouso apostar que o advérbio "não" é uma repulsa a cantadas vulgares, infames e quase todas repetidas  por quase todos zé-ninguém metidos a garanhões. Claro que elas querem homens viris, mas que não sejam vulgares, cafajestes! Querem que a inteligência masculina se aflore. Que sejam criativos. Que as abordem com elegância. Que não sejam mais barcas furadas quase sempre a naufragarem nesse oceano da relação homem-mulher.


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Paul Mccartney (e os gafanhotos) no estádio Serra Dourada, em Goiânia

Paul Mccartney continua  Beatle

Por Tadeu Nascimento


               Você tem saudades do tempo dos Beatles? Ainda acha que os remanescentes Paul Mccartney e  Ringo Star estão aposentados? Pois, saiba que Paul lançou um novo e maravilhoso CD, batizado de "New"! E melhor, este álbum tem todo o espírito dos Beatles nos seus melhores momentos! Alô,  Nasr Chaul! Alô,  Fernando Perillo! Alô, Saul Greco Abdelnur! Alô, Ricardinho Mariano ! Alô, Beatlesmaníacos do meu Brasil varonil de bom gosto, o novo CD de Paul Mccartney tem a cara dos Beatles!  A canção "New" que  dá o nome ao álbum é bela! Aliás, todas as canções- nos remete aos arranjos mais característicos- como se fosse herança ou  ecos do DNA- dos meninos de Liverpool! Pois a bela  "New" nos remete a introdução de outra bela e famosa: "Strawberry fields forever".  Percebi  que Paul, até que enfim, achou o caminho que ele havia perdido, apesar de quarenta e tantos  anos depois e com os seus 71 anos! ! O álbum inteiro tem a sombra/parceria de John Lennon! Incrível! É como se esse CD  fosse fruto de Paul e John; É como Lennon estivesse ali ,do lado, compondo, tirando acordes com Paul, embora, um esteja num plano espiritual  e outro ainda esteja aqui, nas trevas. Interessante como esse trabalho lembra os melhores momentos da dupla! Parece até que Lennon está vivo! Nos leva até sonhar que ainda existe esperança para música pop, assim como era na década de setenta!
                   As outras canções do álbum "New", "Save us", "Quennie eye" e " I can bet" "Turned out" têm um quê das famosas  "Day tripper", "Help" e "Get back"!  Já a  "On my way to work" tem o estilo de "Across of Universe".  "Scared" então,  é uma linda canção como é bela Yesterday! São como pães saídos da mesma padaria! Pense nisso! E isso me faz lembrar da Rua 8, no centro da cidade, do Lanche Americano, do Acapulco Bar, da Discoteca Liverpool, do saudoso  Fabiano Viegas, do Bazar Paulistinha (por onde anda você, Edinho?),  do intervalo das aulas do Ateneu Dom Bosco cujo Centro Acadêmico Domingos Sales de Oliveira proporcionava- a nós que cursávamos o cientifico- o som dos Beatles nos autofalantes dessa maravilhosa escola! Pois é, "New" de Paul Mccartney é tudo de bom! Vale a pena adquirir!
                  Para a nova geração, é bom que se diga, que os Beatles mudaram o mundo! Suas músicas, principalmente: foram denúncias, bandeiras de paz!  Foram tão marcantes  que acabaram  por fazer com que os Estados Unidos da América  retirassem os seus soldados com os rabinhos  no meio das pernas, humilhados,  o que resultaria no fim da guerra contra o Vietnam!
                 O que você ouve hoje nas rádios, (só nas melhores) boates e barzinhos, são produtos dos Beatles! Queen, Oasis, U2, Roberto Carlos, Caetano, Gil, Raul Seixas, Cazuza, Renato Russo, em suma: todos eles "beberam" da fonte de Lennon e Mccartney. Contudo, o que importa é que Paul está vivo e produtivo! Este lorde inglês, educadíssimo, que proporcionou o melhor e inesquecível espetáculo em Goiânia, no estádio Serra Dourada, fato que  marcou a história de Goiás! Creia, daqui a 50 anos, quando perguntarem qual foi o maior evento musical, até então em  Goiás, uma verdade será dita: Sir Paul Mccartney!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013




Budha

Vibrar positivamente, sempre!



Por Tadeu Nascimento                                 

                                    A vida vem ondas como o mar, dizia o verso de Vinícius de Moraes, que o Lulu Santos usou emprestado em uma de suas belas canções . Entretanto, aprendi que tudo no mundo tem haver com vibração. Desde o elétron, a partícula menor do átomo, detalhe que me ensinaram  no Ateneu Dom Bosco, nos anos setenta.  Sendo assim,  tudo vibra  universo! Tal qual a onda que se forma quando se joga uma pedra no lago. É o mesmo princípio. E isso acontece desde quando o universo era um minúsculo ponto. Assim aconteceu  o Big Bang, a grande explosão, que fez que surgisse o planeta Terra.  Pois tal explosão também- evidente-  provocou uma grande onda! E o universo, segundo os cientistas mais renomados, continua se expandido!
                                  Na seita (religião) budista, existem  vários  mantras e o  mais importante deles é o "OM" que são repetições dessa mesma palavra monossilábica (algo como com os sons dos besouros). Na verdade, o OM é uma vibração e toda vibração provoca  ondas.  Então, segundo os budistas, quando estamos irados ou com ódio por alguém, emitimos ondas muito  altas e comprimidas (apertadas). Quando desejamos o bem a outrem ou se  estamos felizes, emitimos ondas  baixas e  espaçadas. Seria como comprimíssemos (pensamentos positivos) ou esticássemos (pensamentos negativos) uma mola. Se prestássemos atenção a vida, viríamos que a vida é tal qual a física quântica defende.  Exemplo: a eletricidade que também é uma  onda! Quando encurtamos  a resistência de um chuveiro (que é uma mola, portanto uma onda) a água  esquenta; quando aumentamos  a mesma resistência, lógico, a água  esfria.  E, não é só isso, o que se ouve das transmissões de emissoras de rádio, nada mais são que ondas sonoras. 

                                  Dizem os adeptos de Sidarta Gualtama, o Buda, que quanto mais baixa e longa a onda (vibração) mais o homem se aproxima de Brama (Deus)! Por isso quando oramos com fé sentimos o nosso corpo arrepiar! É que, nesse momento, passa-se  pelo nosso corpo uma espécie de corrente elétrica que na verdade  é uma vibração, emitida pelo pensamento, que se expande pelo ar, tal qual o efeito de uma pedra atirada  ao lago. E esse pensamento emite ondas que vão até Deus. Daí a máxima que tudo que você pensa (e evidentemente o que você faz) fica  registrado no cosmo.  Por isso o mantra  OM é o é mais importante, pois é pura vibração positiva.
                                  É o que acontece também quando um médio espírita executa um passe, que são exatamente  vibrações positivas a favor de alguém. Eis o porque  das mãos estendidas sobre a cabeça  daquele que busca o passe. São, pois, vibrações que provocam ondas que chegam aos cosmos mais longínquos, que são o próprio Deus.

                                  O leitor pode achar estranho esta crônica, por se tratar de filosofia budista. Entretanto, é importante  que se diga que os ensinamentos de Buda, que viveu 500 anos  antes de Cristo- são parecidíssimos com os de Jesus. Mais do que isso, Buda precedeu Jesus. Só que na Índia nunca existiu um uma entidade-estado nos moldes do Vaticano que deturpou- e muito-os ensinamentos do mestre de Nazaré!

                                  Procure, portanto, desviar de pensamentos negativos, de desejos vulgares,  de raiva, de ódio, porque além de voltar para si mesmo, estará você criando um carma,  dívida que depois, terá de resgatar! É a lei de causa e efeito!  E quando você estiver orando, principalmente em prol de outra pessoa, procure concentrar-se,  buscando Deus, e você sentirá  leves tremores  (pequenos formigamentos no seu corpo, principalmente no cérebro), que nada mais são  que emissões de ondas positivas que chegarão ao cosmo e de lá, serão  endereçadas para quem você está rezando! E também pra você, claro!  É também é interessante lembrar que o ato de perdoar  é uma das formas mais eficazes de se emanar vibrações (ondas) positivas a Deus.